
Em dias assim ela afasta o tempo com as mãos como quem desliza cortinas. Nesse momento encontra a ausência e ouve o baticum do peito contrariado, que faz birra.
Na bagunça da gaveta, alcança o envelope velho, rasgado nas pontas e estufado de letras. Com cuidado desdobra cada uma das cartas, sentindo, no papel, a lembrança daquelas mãos que prefere ter na pele.
As recordações giram como num toca-discos antigo, que reproduz um passado chiado, que já não corresponde ao que foi, mas à memória daquelas palavras que hoje, sorriem sépia.
Por isso, quando as frases se mostram, riscam as paredes de vermelho e enchem tudo de falta.
É uma interação no pretérito que por ser presente é imperfeito. O incompleto transborda e então, saudade...
Na bagunça da gaveta, alcança o envelope velho, rasgado nas pontas e estufado de letras. Com cuidado desdobra cada uma das cartas, sentindo, no papel, a lembrança daquelas mãos que prefere ter na pele.
As recordações giram como num toca-discos antigo, que reproduz um passado chiado, que já não corresponde ao que foi, mas à memória daquelas palavras que hoje, sorriem sépia.
Por isso, quando as frases se mostram, riscam as paredes de vermelho e enchem tudo de falta.
É uma interação no pretérito que por ser presente é imperfeito. O incompleto transborda e então, saudade...
Notícias de última hora!
Bom, então tem o Meme da Amanda...
São oito coisas pra fazer antes de morrer:
Oito (8) é um infinito (∞) em pé...
Ultimamente tenho tido muita vontade de infinito e ficado muito à vontade com ele.
Por isso, sendo esse 8 uma outra posição que limita a minha hiperólica personalidade, com o rosto carmim, peço licença à minha querida historiadora para continuar rodeada de infinito.
Beijo.