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segunda-feira, 7 de setembro de 2009

"Todas as cartas de amor são ridículas..."

Eu lhe disse que sou fácil, tenho gosto pelo simples, ele que me encanta. Um feriado de sol morno e pronto, já acordo sorrindo.
Dia bom para passeio de bicicleta com trilha sonora – acho que tudo fica mais interessante com trilha sonora.
Descobri uma música que é a cara de hoje: ensolarada e alegre, chama me haces bien, de um urugaio, Jorge Drexler.
Então, nessa manhã de domingo em plena segunda-feira, em primeira pessoa, quero lhe contar que você me faz bem e, simples assim, eu amo você.



Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram cartas de amor
É que são ridículas
(Fernando Pessoa/ Álvaro de Campos)

16 comentários:

Gaby Almeida disse...

Amei o post de hj... musica muito legal...

bjusssssssssss

Camilla Tebet disse...

OLha só, descobri esse cantor há pouco também e adorei a balada. Amor no ar mesmo. E vc simples, deu a dica. Ta diferente por aqui...

Narradora disse...

Gaby,
Gostei muito dela também, faz pouco conheci esse cantor :)
Bjs

Camilla,
Legal te ver por aqui :)
Acehi bem bonitinha a música. A cara de uma dia legal.
Bjs

Ilaine disse...

Amiga!

Que aconchego! Ouço música aqui e lembro de minhas cartas de amor...

Beijo

Marcelo disse...

Putz amo Jorge Drexler.
Escrevi tantas destas cartas e sempre me senti ridículo.
Mas fazer o que se a paixão cega nosso senso crítico, não? rs

Beijos meus e vou lá baixar mais essa música dele.

Kuriozza disse...

E quem nunca escreveu cartas de amor? Acredite, pode existir uma em qualquer gaveta, entocada e amassada, com destinatário certo e endereço errado.

Beijos!
=)

Beautiful Stranger disse...

destas cartas que se refere, sim concordo com a afirmatica tanto quanto partidaria, mas como poderei discordar se eu mesmo joguei tantas cartas no lixo?!

lindo...

BS
srangerbeautiful.blogspot.com

Thomaz Ribeiro disse...

Me desculpe a falta de criatividade, mas só posso responder este post com isto:
Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram cartas de amor
É que são ridículas.

Lu disse...

que declaração linda!
=)

T. Salieri disse...

O dificil é ser simples, todo mundo fala, e eu concordo =D

Gra Porto disse...

Eu gosto desse tipo de carta. Já escrevi várias! Mas não seja indelicada em perguntar se já recebi várias? hahahaha
Bjão

Infinito... disse...

Soneto XVII - Pablo Neruda

Não te amo como se fosses rosa de sal, topázio
ou flecha de cravos que propagam o fogo:
te amo como se amam certas coisas obscuras,
secretamente, entre a sombra e a alma.

Te amo como a planta que não floresce e leva
dentro de si, oculta, a luz daquelas flores,
e graças a teu amor vive escuro em meu corpo
o apertado aroma que ascendeu da terra.

Te amo sem saber como, nem quando, nem onde,
te amo diretamente sem problemas nem orgulho:
assim te amo porque não sei amar de outra maneira,

senão assim deste modo em que não sou nem és
tão perto que tua mão sobre meu peito é minha
tão perto que se fecham teus olhos com meu sonho.

PS.: Para você meu bem!

Coração Alado disse...

Lindo!
e o Fernando Pessoa, tem toda a razão.

Paulinha disse...

Aiii as coisas simples da vida... *.*

Pétala disse...

Sempre escrevo cartas de amor, sempre, sempre...mesmo que nunca as envie, escrevo. Se bem que agora, posso enviar uns trechos para o Shiuuuu, não é mesmo? rsrsrs

Beijos e pétalas.

P.S. Tem mais um selinho pra ti lá no meu blog.

Mary West disse...

Música para apaixonados por tudo. :)

PS: Meu blog tá com o endereço errado aki.