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domingo, 28 de fevereiro de 2010

“Qualquer amor já é um pouquinho de saúde,
um descanso na loucura.”
Guimarães Rosa


Essa inquietação do amor faz da minha prosa um completo clichê.

Vendaval que embaraça meus pensamentos e anuvia minha vista, converte espelho d’água em mar revolto. Poderosa, muda o ritmo das horas e afasta o meu sono e bane o meu sossego. É justo no meio dessa bagunça que você reaparece.

Um meio sorriso que logo vira inteiro e ilumina tudo e me faz entender Guimarães Rosa: num abraço, descanso minha loucura no seu ombro.



5 comentários:

Ilaine disse...

Uma belíssima descrição dessa inquietação do amor. Como sempre, textos pequenos e cheios de poesia.

Abraço, Luciana, e boa semana para você.

Lu (- . -)... disse...

Que essa inquietação sempre encontre repouso no ombro amado, lugar ideal para aconchegar os pensamentos e aliviar a alma...
Que nas manhãs frias se esquente ao calor do outro e nas tarde quentes se resfrie ao toque de peles...
Poxa, seu texto é curtinho, mas provoca na gente um monte de sensações...
Lindo,lindo,lindo!
Beijinho.

Merélia disse...

que lindo texto, parabéns!
Beijos

Pétala disse...

Essas re-aparições são muito poderosas, kkkkk. Muito gostosas de sentir.
Texto lindo! Gostei do diferencial: esse veio na 1ª pessoa. Eu me identifiquei à beça, gostei demais!
Mas que fique bem gravado: gosto dos seus textos, em qualquer pessoa!!!

Beijos e pétalas.

Gra Porto disse...

De reencontros em reencontros...